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1 de maio de 2007

PEQUENAS MEDITAÇÕES FELINAS

O Diogo está quase a fazer seis meses que partilha a minha casa. (Ou melhor, deveria dizer que está quase a fazer seis meses que manda cá em casa, porque um gato não partilha, domina e condescende que nós partilhemos com ele.) Não é a primeira vez que tenho um gato, mas é a primeira desde que era muito menino e que o último gato que os meus pais tiveram lá em casa, o Farrusco, desapareceu pelo quintal sem dar cavaco. O Diogo já é algo mais do que um mero animal de estimação: é uma personalidade de corpo inteiro que, como eu, tem as suas rotinas, os seus pequenos confortos, as suas irritações e a sua vida própria. Consoante a hora do dia, o Diogo é um boneco de peluche com vida que dorme descansado como um bebé no sofá da sala, um animal feroz e ameaçador que percorre a casa com uma elegância felina à busca de algo que possa surpreender ou ferrar o dente, um adolescente que arregala os olhos sempre que aparece alguma coisa nova que ele tenta compreender.

O Diogo já faz parte da família.

2 comentários:

menina-alice disse...

Pois não sei que te diga. Aqui em casa, mando e mandarei sempre EU. Depois acho mal que escrevas "cavaco" quando falas do teu gato. Nunca o faças comigo, não o perdoaria. :D De resto, também acho que é bom tê-los por perto, sim. :)

N. disse...

Ora bem, jmourinha!;)