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30 de abril de 2006

O GATO FEDORENTO EXISTE

Algo que me diz que o Gato Fedorento deve basear-se na cuidada observação da realidade quotidiana para escrever os seus guiões. A conversa entre dois trintões casados e pais de família ouvida na tarde de ontem numa esplanada da avenida de Roma parecia saidinha de um diálogo entre Ricardo Araújo Pereira e Zé Diogo Quintela, só que era absolutamente a sério, até no tom de voz de bancário médio a fingir sangue azul.

2 comentários:

Anónimo disse...

Fiquei curiosa: falavam sobre o quê?

margarida

fil2 disse...

sem bocas de reacção, penso que vcs aí em lisboa ainda se apercebem mais disso. tem-me acontecido rir sozinho quando a realidade lhes imitam os sketches.